Tantos termos em voga, tanta moda estragada. Quanta toga furada de juiz de direito com desculpa esfarrapada. Quanto empoderamento esfregado na cara do politicamente correto, armado com dedo médio na mídia social, pronto para denunciar qualquer opinião contrária. Tanto empoleiramento de caráter, tamanha a opressão. Fuga dos galinhas. Juventude sem rua nasceu para brigar do portão para dentro de casa, com suas regalias. Tem medo de largar o controle, o país, os pais, o patrão, a mulher ou o marido, porque insiste em aceitar abusos, fingindo que ama-de-todo-coração, produzindo canudos, pilhas de certificados e filhos e contas e cartões e sermões de missa hipócrita, imposta à massa submissa à eleição da televisão. Quando não há Deus, há negação. Autoria vencida de gente barbuda altamente qualificada em cometer suicídio. Que se repete na bibliografia de quem não repetiu de ano, mas nunca passou um pano no chão. Quantas falas interpenetradas haverão até se ser compreendido? Na censura, além de carreiras destruídas, haverá o perdão? Arte. Ó, a arte! Será mais bela por ser transmutada a alma do homem-lixo? Mas haverá Arte assim tão divinal ante tanta cancela fechada? Fechar as bocas de aguarrás será mais causticante que os de boca rasa? Paremos de julgar.

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