ARQUITETURA

Quebrar a munheca no murro
Urrar contra a parede
E perceber que se pode muito mais atravessando sonhos
Que blocos de pedra
Cabeça dura, burra de tanto intelecto
Cenho instrospecto dentro do lago
Onde magos e narcisos derretem suas poções
Porções de máscaras
Debulhadas em lágrimas de ouro
Que não valem o tesouro das mágoas

Renovar nas águas é serenar a fronte
Fonte de outras nascentes
E assim ver crescer a raça destemida
Bebendo do caldo do caos para se reconstruir um tanto
Cessar o martelo do passado nada santo
No passo atrasado que espreita distraído
Enquanto tropeça nos próprios escombros
Ganges, Escamandro, Nilo
Ser sibilo dos novos tempos
Todos os elementos edificantes

PAOLA

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